25o. Dia - Mês de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento

Apostolado de Maria



ORAÇÃO PREPARATÓRIA PARA TODOS OS DIAS

V).   Vinde, ó Espírito Santo, Enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
V).   Enviai, Senhor, o vosso espírito e tudo será criado.
R).   E renovareis a face da terra.
Oremos — Deus, que instruístes os corações de vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, concedei-nos por esse mesmo Espírito o conhecimento e o amor da justiça e fazei com que Ele nos encha sempre de suas divinas graças, pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor.
R). Amen.
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I. A alma que vive da Eucaristia deve, antes de tudo, cuidar dos interesses do adorável Sacramento, e entre esses, o primeiro e mais caro a Jesus, que é o Sacerdócio. É por intermédio dos Sacerdotes que o Santíssimo Sacramento nos é dado e vem às nossas almas; por meio deles recebe Jesus a vida sacramental que consagra à glória de seu Pai; por eles Jesus é mais glorificado do que poderiam fazer os fiéis ainda mesmo os mais piedosos; Jesus delegou aos Padres todos os seus direitos, conferindo-lhes seu próprio poder. Rezar pelo Sacerdócio, portanto, rogar que se multipliquem as vocações, conseguir para os povos sacerdotes santos, homens abrasados, era essa a oração de Nossa Senhora e seu apostolado predileto. E agora continua a proteger as santas vocações, pedindo-as a seu Filho; o Sacerdote é o filho predileto de Maria Santíssima.
Nossa Senhora é quem o inicia na piedade desde a infância, e conserva sua virtude; é Ela quem sustenta seu fervor, o conduz pela mão até aos pés do Altar e o apresenta ao Bispo como fez outrora levando Jesus ao Templo. Nossa Senhora infunde-lhes igualmente coragem nos múltiplos sacrifícios dos estudos, das lutas e das responsabilidades do Sacerdócio.
O Sacerdote formado por Maria será certamente um bom e santo Ministro do altar e será bem acolhido por Jesus.

II. Maria, por assim dizer, se revê no Sacerdote, e por meio dele continua sua missão junto às almas e junto a Jesus Cristo. A primeira Encarnação, com efeito, se operou em Maria e por meio de Maria; n'Ela se encarnou o Verbo; nas mãos do Sacerdote e graças à sua palavra, Jesus Cristo se torna nosso Pão. A dignidade da Mãe de Deus é incomparável; Maria é mãe do Rei e, por conseguinte, Rainha dos Anjos e dos homens.
O Sacerdote é o pai de Jesus Sacramentado; é o rei espiritual das almas; um Deus terrestre, terrenas Deus, que recebeu de Deus todos os bens, abrindo e fechando o céu.
Maria educa Jesus, sustenta-O, segue seus diversos estados; ao Sacerdote compete fazer Jesus Cristo crescer nas almas, segui-lO e conservá-lO, até que Ele tenha atingido nelas a idade perfeita, transformando-as em si próprio.
Maria Santíssima, em sua qualidade de mãe, tem sobre Nosso Senhor todos os direitos conferidos pela maternidade; do mesmo modo o Sacerdote tem um poder direto sobre a pessoa de Jesus Cristo. Nossa Senhora só é poderosa por Jesus; o Sacerdote, por sua vez, só é poderoso pelas graças que Jesus coloca em suas mãos; o próprio Jesus se põe ao seu dispor, a fim de conferir-lhe assim maior possibilidade de ação.
Todavia, sob certos pontos, Nossa Senhora pode invejar os privilégios do Sacerdote.
O Verbo Encarnado permaneceu em seu seio tão somente durante nove meses; a fecundidade do Sacerdote é perpétua; cada dia ele encarna Jesus; seu poder consecratório é inerente ao seu Sacerdócio; semelhante ao Padre Eterno, cuja geração jamais se esgota, semelhante ao sol que irradia cada manhã sua luz e calor sem jamais se consumir, Maria dá o Salvador ao mundo no estado mortal, e, portanto, débil e para a cruz; o Sacerdote fá-lO baixar sobre o altar mas em seu estado glorioso e ressuscitado; sua glória não aparece aos nossos olhos carnais, porém os Anjos a contemplam. É um sol radioso do lado do céu, mas velado do lado da terra.

III. A missão e os deveres do Sacerdote e de Maria são idênticos, em relação à Eucaristia e em relação às almas. A missão do Sacerdote é missão de adorador e de apóstolo.
O Padre é, em primeiro lugar, adorador e guarda do Santíssimo Sacramento; é, acima de tudo, homem de oração. Nos autem, diziam os Apóstolos, oratione et ministério verbi instantes erimus. (Act. VI, 4). Quanto a nós, entregar-nos-emos à oração e à pregação. É mister que o Sacerdote se associe à oração da Vítima que ofereço e que prepare e inicie aos pés do altar seu apostolado exterior.
Maria no Cenáculo: eis sua Divina Mãe desempenhando seu principal dever. Nossa Senhora no Cenáculo é adoradora por ofício; adora, cuidando do culto eucarístico; repara a glória de Deus ultrajada pelos pecadores; consola o amor de Jesus desprezado pelos homens.
Ao Pai Ela oferece Jesus; a Jesus apresenta seu materno seio, e ao Espírito Santo, as almas que são sua herança e seus templos, a fim de que Ele as renove e inflame em seu amor.
Eis o que deve a Jesus o Sacerdote fiel que compreende a graça do amor do Salvador para com ele.
O segundo mistério do Sacerdote é o de anunciar Jesus Cristo aos povos. Também aqui Maria é sua dulcíssima protetora. Foi Ela quem educou Jesus e revelou os mistérios de sua vida aos Apóstolos e aos Evangelistas; Maria falava de Jesus sem cessar, fazendo-O amar por todos; era a fervorosa zeladora de Jesus. O mesmo deverá fazer o Sacerdote: pregar, dar a conhecer Jesus Sacramentado, propagar seu culto e seu reinado com zelo infatigável.
Para isso deve recorrer a Maria, que ama os Sacerdotes com amor de predileção; ama-os em Jesus seu Filho, de quem são os ministros, ama-os para a glória de Deus e a salvação das almas das quais são os apóstolos.
O Sacerdote tem deveres a cumprir para com esta Mãe terníssima; não deve ceder a ninguém seu posto em tributar-lhe honras, e nem deixar-se vencer no amor que lhe deve professar.
Ademais, deve trabalhar com zelo para torná-lA conhecida e amada.
Quanto a nós, se amamos a Eucaristia e desejamos vê-la servida, pregada e adorada por todos, imploremos, sem cessar, a Jesus, por intercessão de Maria, que nos dê Sacerdotes santos, obreiros apostólicos, fiéis adoradores; é condição indispensável para a glória do Santíssimo Sacramento e a salvação do mundo.

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Terna proteção de Maria para com um Sacerdote

Dois Sacerdotes, viajando certa vez pelo país dos Albigenses, avistaram uma igreja, e se bem que estivessem em tempo de franca perseguição religiosa, tudo se devendo temer dos selvagens hereges, quiseram eles celebrar a Santa Missa, movidos, sobretudo pelo fato de ser um sábado, para honrar desse modo, a Santíssima Virgem. Quando o primeiro deles celebrava, eis que chegaram os Albigenses que o arrastaram do altar e, depois de lhe infligirem mil ultrajes, cortaram-lhe a língua deixando-o semimorto. Seu companheiro o transporta, embora com dificuldade, para um mosteiro das cercanias, onde ambos são recebidos com verdadeira caridade.
Na véspera da Epifania, o pobre Sacerdote mudo, ouvindo o canto dos religiosos, inflamou-se de um desejo ardente de se unir a eles, e, sobretudo, de poder celebrar a Santa Missa. Dirige-se então a Maria, no fervor destes seus desejos, e esta doce Mãe, lhe aparecendo com o membro de que fora ele privado, diz-lhe: "Eis, meu caro filho, que por terdes perdido esse membro e sofrido tanto porque, sem temor do perigo, quisestes dizer a Santa Missa em honra de Jesus e em minha honra, eu vo-lo restituo, da parte de meu Filho".
O fervoroso Sacerdote sentiu-se curado no mesmo instante e entoou, com voz clara e sonora, um cântico de ação de graças em louvor de Jesus e de sua misericordiosa Mãe.
(Nicolau Laghi, trat. VI, c. XXIV.).

PRÁTICA — Orar incessantemente pelas vocações sacerdotais e exercer a mais piedosa e respeitosa caridade para com os Sacerdotes.

JACULATÓRIA — Ó Rainha do Clero, enviai bons operários para a Messe de vosso Divino Filho.

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Oração Final

Ó Virgem Imaculada, Nossa Senhora do SSmo. Sacramento, que durante os anos que vivestes depois da Ascensão, fostes modelo perfeito de serviço à Divina Eucaristia: Vós que passáveis diante de Jesus Sacramentado os dias e as noites, consolando-vos assim no exílio, ensinai-nos a avaliar o tesouro que possuímos no Altar e inspirai-nos visitar frequentemente o SSmo. Sacramento no qual Jesus fica conosco para dirigir-nos, consolar-nos, proteger-nos e receber em troca as homenagens que Lhe são devidas por tantos títulos.
Ó Mãe cheia de bondade e Modelo admirável dos adoradores da Eucaristia, já que sois a Medianeira das graças do Altíssimo, concedei-nos como fruto deste piedoso exercício, as virtudes que, tornando-nos menos indignos do serviço de vosso Divino Filho, obter-nos-ão a vida eterna.  Assim seja.
Nossa Senhora do SSmo. Sacramento, rogai por Nós.


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Excertos do livro: Mês de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento extraídas dos escritos do Bem-Aventurado(*) Pedro Julião Eymard, o fundador da Congregação do Santíssimo Sacramento, 1946
(*) Sua canonização se deu em dezembro de 1962

24o. Dia - Mês de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento

Adoração de Súplica de Maria Santíssima



ORAÇÃO PREPARATÓRIA PARA TODOS OS DIAS

V).   Vinde, ó Espírito Santo, Enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
V).   Enviai, Senhor, o vosso espírito e tudo será criado.
R).   E renovareis a face da terra.
Oremos — Deus, que instruístes os corações de vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, concedei-nos por esse mesmo Espírito o conhecimento e o amor da justiça e fazei com que Ele nos encha sempre de suas divinas graças, pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor.
R). Amen.
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I. Maria dedicava-se totalmente à glória de Jesus na Divina Eucaristia. Sabia que o desejo do Pai Celestial era vê-la conhecida, amada e servida por todos; sabia também que o Coração de Jesus sente, por assim dizer, necessidade de comunicar aos homens todos os seus dons de graça e de glória; que a missão do Espírito Santo é difundir e aperfeiçoar nos corações o reinado de Jesus Cristo; que a Igreja foi expressamente fundada para dar Jesus ao mundo; por isto, todo o desejo de Maria era torná-lO conhecido em seu Sacramento; seu imenso amor para com Jesus tinha necessidade de expandir-se e dilatar-se para, de algum modo, compensá-la da impossibilidade em que se achava de glorificá-lo tanto quanto houvera desejado.
Desde o Calvário, todos os homens se haviam tornado seus filhos; amava-os com ternura de mãe e desejava-lhes tanto bem quanto a si mesma; eis a razão pela qual anhelava ardentemente dar a conhecer a todos Jesus Sacramentado, inflamar em santo amor os corações e prendê-los ao seu amável serviço.
A fim de conseguir tal graça, a Santíssima Virgem desempenhava aos pés da Eucaristia uma missão perene de oração e de penitência; ali tratava da salvação do mundo, e em seu imenso ardor abraçava as necessidades dos fiéis de todos os lugares e de todos os tempos vindouros que haveriam de herdar a devoção à Divina Eucaristia, consagrando-se ao seu ser-vocação à Divina Eucaristia, consagrando-se ao seu serviço.
Entretanto, a missão mais cara ao seu coração, era e trabalhos dos Apóstolos e dos demais membros do Sacerdócio de Jesus Cristo. Não é, pois, de estranhar que estes obreiros apostólicos convertessem tão facilmente nações inteiras, pois que Maria, permanecendo aos pés do trono das misericórdias, implorava para eles a bondade do Senhor. Sua oração convertia as almas e visto que toda a conversão é fruto da prece e que a súplica de Maria não poderia sofrer recusa, é evidente que os Apóstolos possuíam nesta Mãe de bondade sua melhor auxiliar. "Bem-aventurado aquele por quem Nossa Senhora reza."

II. Os adoradores partilham da vida e da missão de súplica de Maria aos pés do Santíssimo Sacramento; é a mais bela das missões e não apresenta perigo. É, também, a mais santa, porque abrange o exercício de todas as virtudes; é mais necessária à Igreja, que tem maior necessidade de oração do que de pregadores, de homens de penitência do que de homens eloquentes.
Em nossos dias, mais do que nunca, necessitamos de homens que, pela própria imolação, desarmem a cólera de Deus, irritado contra os delitos sempre crescentes das nações; temos precisão de almas que, com suas súplicas, reabram os tesouros da graça, fechados pela indiferença geral; são necessários verdadeiros adoradores, quer dizer, homens de fogo e de sacrifício; quando estes forem numerosos em torno de seu Divino Chefe, Deus será glorificado, Jesus será amado, e as sociedades se tornarão cristãs, conquistadas a Jesus Cristo por meio do apostolado da oração eucarística.

III. O apostolado de Maria Santíssima consistia, além disso, na pregação muda, porém persuasiva, do respeito.
Tal pregação convém a todos e, uma alma desejosa de tornar a Eucaristia amada e conhecida, a ela se aplicará com grande empenho, em união com Maria; com que modéstia e reverência essa perfeita adoradora se conservava aos pés do Santíssimo Sacramento! Permanecia na atitude dos anjos perante a Majestade divina, e a ninguém dava atenção, compenetrada e absorta que estava, pela fé, na real Presença de Jesus. Ao se apresentar diante de Nosso Senhor, vinha sempre conveniente e religiosamente vestida, como para uma visita de cerimônia. Um traje negligente e um porte descuidado denotam falta de fé e desordem interior.
Aos pés de seu Deus, Maria permanecia, de joelhos o mais que podia; esta é a posição adotada pela Igreja para a adoração, é a homenagem do corpo, a humildade da fé; de joelhos aos pés de Jesus, é o lugar do amor.
O respeito no lugar santo, mormente diante do Santíssimo Sacramento, deve ser a grande virtude pública dos adoradores. Este respeito é sua profissão solene de fé, e ao mesmo tempo, a graça de sua piedade e fervor, pois Deus sempre castiga as irreverências cometidas no santuário, por meio do enfraquecimento da fé e da privação das graças de piedade. Toda a pessoa que se mostrar irreverente ou pouco respeitosa diante de Nosso Senhor, não deve estranhar a aridez na oração; ainda é pouco, pois mereceria até mesmo ser vergonhosamente expulsa de sua presença, como um insensato.
Sejamos pois muito severos no tocante ao culto de respeito; conservemos a dignidade do porte e uma atitude religiosa, guardando um rigoroso silêncio e um perfeito recolhimento. Na Igreja, só devemos prestar atenção a Jesus Cristo; aí não se conhecem os amigos. Jesus é tudo: a corte não olha senão para o Rei e só a Ele rende vassalagem. À vista do religioso e profundo respeito dos adoradores, os mundanos serão obrigados a exclamar: Aqui deve haver
alguma coisa de grande! Os fracos e tíbios se confundirão por sua tibieza e reconhecerão a Jesus Cristo: o exemplo é a lição régia da sabedoria e o apostolado mais fecundo.

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Nossa Senhora da Primeira Comunhão

Preparar as crianças para este grande ato da vida, ornar-lhes o coração para a primeira visita de Jesus, oh! é sem dúvida a mais doce missão da ternura maternal de Maria.
Uma fervorosa mãe viu certo dia a Santíssima Virgem debruçada sobre o berço de seu filhinho, sorrindo-lhe e cobrindo de flores o seu pequenito leito. E, mais tarde, quando Alexandre Bertius, que era essa criança, pode falar, suas primeiras palavras foram: Jesus e Maria. Cresceu o menino privilegiado à sombra do Crucifixo, e desde cedo a luz do seu batismo lhe fez entrever, no fundo do coração, os terrenos da alma em que poderia germinar a má semente: arma-se então, com a idade de apenas cinco anos, de uma disciplina e castiga em seus membros delicados os instintos que o poderiam induzir ao mal.
Maria o acompanhava preparando-o para a primeira comunhão. Nesse momento solene e por de mais precioso, Alexandre experimentou a impressão sensível de que seu coração se abrira e Jesus tomara posse dele. Esta lembrança o prendeu de tal forma ao Tabernáculo, que a custo se conseguia afastá-lo, tornando-se por isso conhecido em toda a cidade como o menino do santo altar. Nossa Senhora cumulava esse filho de favores excepcionalmente maternais: passava as folhas de seu livro de estudo; amenizava-lhe os ardores da febre cercando o seu leito de flores, quando ele estava doente. Assim protegido pela presença amorosa de Maria, o piedoso estudante jamais tomou parte em qualquer alegria mundana, entretenimento perigoso ou recreação pouco recomendável.
Eis, portanto um exemplo de como a infância e a adolescência colocadas sob o cuidado maternal do olhar da Virgem da Eucaristia, se tornam puras e preparam à Igreja cristãos fiéis e ao céu, cidadãos ornados de todas as virtudes.

PRÁTICA — Rezar pelas crianças que se preparam à Primeira Comunhão e por seus catequistas.

JACULATÓRIA — Salve, ó Maria, que pelo apostolado de vossa oração venceste todas as heresias suscitadas contra a Eucaristia.

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Oração Final

Ó Virgem Imaculada, Nossa Senhora do SSmo. Sacramento, que durante os anos que vivestes depois da Ascensão, fostes modelo perfeito de serviço à Divina Eucaristia: Vós que passáveis diante de Jesus Sacramentado os dias e as noites, consolando-vos assim no exílio, ensinai-nos a avaliar o tesouro que possuímos no Altar e inspirai-nos visitar frequentemente o SSmo. Sacramento no qual Jesus fica conosco para dirigir-nos, consolar-nos, proteger-nos e receber em troca as homenagens que Lhe são devidas por tantos títulos.
Ó Mãe cheia de bondade e Modelo admirável dos adoradores da Eucaristia, já que sois a Medianeira das graças do Altíssimo, concedei-nos como fruto deste piedoso exercício, as virtudes que, tornando-nos menos indignos do serviço de vosso Divino Filho, obter-nos-ão a vida eterna.  Assim seja.
Nossa Senhora do SSmo. Sacramento, rogai por Nós.


__________

Excertos do livro: Mês de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento extraídas dos escritos do Bem-Aventurado(*) Pedro Julião Eymard, o fundador da Congregação do Santíssimo Sacramento, 1946
(*) Sua canonização se deu em dezembro de 1962