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Algumas citações dos Santos sobre São José. Hoje é a Festa Dele!

 


Santa Teresa de Lisieux

"Rezei a São José para cuidar de mim. Desde a minha infância, minha devoção a ele se misturou com meu amor pela Santíssima Virgem. Todos os dias recitava a oração: 'Ó São José, pai e protetor das virgens. Pareceu-me que estava bem protegido e completamente protegido de todos os perigos'.”

São José Escrivá
"Ele merece seu carinho, e lhe fará bem conhecê-lo, porque ele é o Dono da vida interior, e tem grande poder diante do Senhor e diante da Mãe de Deus"

Santa Faustina
“São José me exortou a ter uma constante devoção a ele. Ele mesmo me disse para recitar as orações: o Pai Nosso, a Ave Maria, o Glória e o Memorare uma vez por dia, eu as recito todos os dias e sinto sua proteção especial.”

São Pio da Pietrelcina
"Vá a José com extrema confiança, porque não me lembro de ter pedido nada a São José, sem ter obtido facilmente.”

Santa Teresa de Ávila
"Sabendo por experiência a impressionante influência de São José com Deus, gostaria de persuadir a todos a honrá-lo com particular devoção"

Valei-nos,
São José!

22/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943


11. CONCLUSÃO 
A Sagrada Escritura nos ensina que o povo de Deus, ao sair do Egito, levou consigo os ossos de José, por gratidão para com aquele que seu benfeitor (Ex 13, 19). Devem os cristãos menos gratidão a São José? Por certo, lhe devemos muito mais. Paguemos a nossa dívida por uma filial devoção ao nosso glorioso benfeitor.

21/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943


10. JOSÉ, “FILHO QUE CRESCE” 
Como vimos, são José está inseparavelmente unido à pessoa e a vida do Salvador. Está, portanto ligado    à própria origem, à base do cristianismo. Destarte, ele não podia deixar de receber,na Igreja, honras e culto correspondentes à sua dignidade. Esse culto tem suas raízesno relato do Evangelho, e desenvolveu-se maravilhosamente: o grão de mostarda tornou-se árvore magnífica. Essa lei de progresso lento, de crescimento apenas perceptível, é uma lei do cristianismo. Se ela se aplica a todo cristão, e ao próprio Salvador, então se verifica particularmente no que concerne ao pai nutrício de Jesus. No culto de São José poderíamos distinguir, de alguma sorte, diversas estações, como o fazemos com os meses do ano: poderíamos reconhecer um período preparatório, uma primavera, um verão.

20/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943


9.   O PADROEIRO DA BOA MORTE
Numerosos são os males, múltiplos os sofrimentos do homem neste mundo. Entre esses sofrimentos, um há a que ninguém escapa: todos nós devemos morrer, porque todos nós pecamos. A morte é o estipêndio do pecado.

19/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943


8.   O PADROEIRO DAS ALMAS ATRIBULADAS 
Tudo neste mundo está sujeito à lei do sofrimento. Não há ninguém que não tenha de sofrer. A dor prendeu-se ao homem; segue-o por toda parte. No fundo, a história da humanidade não passa de uma grande tragédia em que o sofrimento, sob mil formas diversas, representa o papel principal. O sofrimento começou com o pecado; só termina com a morte. Cumpre, pois, que assim seja: Deus, infinitamente bom e infinitamente sábio, viu um bem na provação. Pelo sofrimento é que fomos remidos; é pelo sofrimento que colhemos os frutos da Redenção. Muitos homens são levados à compreensão e salvos, só mesmo pelo sofrimento. A cruz é, pois, a partilha de todas as almas. Os santos não escapam a essa lei.

18/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943




7.   O PADROEIRO DA FAMÍLIA
Quando nós representamos São José, vêmo-lo sempre em companhia de Jesus e de Maria. Vemo-lo fundando a Sagrada Família, dirigindo-a, velando por ela. Efetivamente, foi ela o cenário da sua missão, do seu trabalho e da sua morte.

17/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943



6.   O HOMEM DA VIDA EXTERIOR
A vida do homem não é nem exclusivamente interior, nem exclusivamente exterior. Composto de corpo e alma, o homem é chamado a exercer a sua atividade numa dupla esfera. Além disto ele não vive isolado, mas em sociedade, entrando forçosamente em relações com seus semelhantes. A sua vida é, pois, mista, isto é conjuntamente exterior e interior.

16/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943




5.   O HOMEM DA VIDA OCULTA E DA VIDA INTERIOR
Como tivemos ensejo de observar, São José é um santo oculto. Sua vida exterior passa-se na sombra e no silêncio. A sua vida interior — aquela em que ele é particularmente admirável — também é sombra e obscuridade. Nele, a sombra atrai a sombra.

15/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943


4.   O HOMEM SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS
Há um outro título que damos a São José: chamamo-lo “o homem segundo o coração de Deus”, “o homem da dextra de Deus”, isto é, o homem da Providência divina. E estes títulos convidam a estudar com mais minúcia as relações de São José com o Espírito Santo.

14/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943




3.   O ESPOSO DE MARIA
A Sagrada Escritura insiste neste ponto: São José é o esposo de Maria. “E Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus que é chamado Cristo” (Mt 1,16). E tem razão. Daí procedem, para José, consequências extremamente importantes; dentre elas, em primeiro lugar, a tríplice relação que o une a Maria.

13/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943



2.   O SANTO DA INFÂNCIA DE JESUS
Depois do Pai Celeste, contemplamos seu Divino Filho, que Ele enviou ao mundo, reachamo-nos em presença do grande mistério da Encarnação, em presença do Homem-Deus. Quais são as relações de São José com esse mistério? Para compreendê-las, examinaremos duas coisas: em que e como contribuiu S. José para esse mistério?
De três maneiras concorreu ele para o mistério da Encarnação.

12/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943



1.   A SOMBRA DO PAI CELESTE
Sombra do Pai celeste! É um nome que os autores espirituais gostam de dar ao nosso santo. A imagem é belíssima, e não menos exata. Ela resume muito bem a missão e a grandeza de São José. Antes de tudo, não e ele o pai do Salvador? O Pai Celeste é o exemplar e o princípio de toda paternidade no céu e na terra (Ef 3,15). Um pai, seja qual for, é sempre o representante dessa paternidade augusta. Mas não pertence esta glória muito especialmente a São José? Ela é a sua glória sob um tríplice ponto de vista.

11/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943

SEGUNDA PARTE
A VIDA DE SÃO JOSÉ NA IGREJA
 A vida de São José na terra estava terminada. Era o fim do seu ministério junto à pessoa divina do Verbo Encarnado. Mas o santo patriarca sobreviveu a si mesmo até neste mundo. Na Igreja, que é o corpo místico de Jesus Cristo, seu papel prossegue através das honras que o cercam, das virtudes de que ele nos deu o exemplo, da eficácia da sua intercessão, do poder do seu patrocínio. Hánisso, para as almas, uma força, uma lição, um consolo. Para os fiéis,são esses outros tantos motivos de honrar o nosso santo e de trabalhar para lhe imitar as virtudes.
A glória de São José, no céu, é certamente grande. Está em relação com a sua dignidade e merecimentos, como com a gratidão e a liberalidade do Salvador. Nesta terra, ele deu sem medida, pois inspirava-o a caridade mais ardente; e o Senhor, por sua vez, dá-lhe na glória “uma boa medida”, calcada e acogulada (Lc6,38). Para recompensar esse servo bom e fiel, estabeleceu-o “sobre todos os seus bens” (Mt 24, 47). Colocou o trono de seu pai nutrício junto ao trono de sua Mãe puríssima. Tanta glória excede a nossa compreensão. Um dia, na eternidade, ela fará a nossa alegria. Mas, já neste mundo, nos é dado contemplar-lhe de alguma sorte o reflexo na Igreja, no reino terrestre de Jesus Cristo.
Estudemos essa ação de São José na Igreja. Vejamos por que tributo de honra e de gratidão os fiéis se esforçam afim de parar a sua dívida para com ele. A ordem a seguir está indicada: estudemos primeiro as honras e os privilégios fundados nos laços que unem São José à pessoa do Salvador, porquanto eles projetam uma viva luz sobre a excelência das suas virtudes, lhe asseguram a homenagem e a veneração dos fiéis e estimulam as almas à imitação das suas virtudes.

10/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943



9.A MORTE DE SÃO JOSÉ

A tranquila ventura dessa vida em Nazaré foi interrompida pelo falecimento de São José. Nada sabemos de certo sobre as circunstâncias dessa morte. Parece que José já deixara esta terra quando o Salvador, na idade de cerca de trinta anos, principiou a sua vida pública. Não o achamos entre os convidados das bodas de Caná. É que provavelmente já havia morrido, do contrário seria mencionado com Jesus e Maria. Não está também entre os que, no Calvário, rodeiam o Salvador crucificado; do contrário, não teria Jesus confiado Maria aos cuidados de São João. Pode-se admitir que José morreu quando o Homem-Deus, chegado à idade adulta, ficou em condições de cuidar de si mesmo e de sua Mãe.

09/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943



8.   A VIDA FELIZ E TRANQUILA E FELIZ DE SÃO JOSÉ
Depois dessa Páscoa inolvidável, a vida de São José transcorreu na calma, na paz e na felicidade. É a “vida oculta em Nazaré”. O que o Evangelho nos diz do divino Salvador entende-se igualmente de José. Recolhamos esses episódios e tentemos representar-nos o santo patriarca durante esse período da sua vida.

08/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943

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6.     À PROCURA DE JESUS EM JERUSALÉM

Depois da tormenta da perseguição, depois das tristezas do exílio, eis que principiou a vida oculta do Salvador, período de calma, de tranquila doçura, de felicidade doméstica para a família de São José. Uma única vezes a paz foi perturbada por um sofrimento pungente — quando Jesus atingiu os seus doze anos.

07/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943



6.     FUGA PARA O EGITO

A paz, entretanto, não tardaria a ser perturbada. Na mesma noite, “um anjo do Senhor apareceu, em sonho, a José e lhe disse: Levanta-te; toma o menino e sua mãe, foge para o Egito, e fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para o matar” (Mt 2,13).

06/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943

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5.   OS SANTOS REIS MAGOS
Após a apresentação de Jesus no templo, José voltou a Nazaré com Maria e o Menino (Lc 2,39). Mas logo, sem dúvida, a Sagrada Família tornou a Belém para ali se estabelecer de vez. Na realidade, Belém era a pátria de Jesus, o lugar do seu nascimento. Belém ficava próxima de Jerusalém e, a mais de um título, essa proximidade oferecia vantagens. Sabe-se que, posteriormente, na volta do Egito, José cogitou de fixar-se em Belém.

05/03 - Em honra a São José - excertos do livro

SÃO JOSÉ
Na Vida de Cristo e da Igreja
Pe. Maurício Meschler, S.J.
Edição de 1943

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4.     NO TEMPLO DE JERUSALÉM
Decorridos quarenta dias do nascimento de Jesus em Belém, chegou o momento em que o Menino devia ser apresentado ao Senhor no templo e Maria sua mãe devia oferecer um sacrifício para a sua própria purificação.